Associação de Desenvolvimento Regional
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Território: Graciosa e Terceira
Área: 460,75 km2
Habitantes: 60.564 hab.
Densidade populacional: 131,44 hab./km2
Graciosa e Terceira
Duas ilhas – Terceira e Graciosa – do Grupo Central do Arquipélago dos Açores, constituem o território de intervenção do GAL.
A ilha Terceira, ocupando uma superfície de 399,81 km2, é a mais populosa do grupo central (55.833 habitantes); é composta por dois concelhos: Angra do Heroísmo (19 freguesias) e Praia da Vitória (11 freguesias).
A ilha Graciosa apresenta uma superfície total de 60,94 km2, contando com uma população residente que não chega aos cinco mil habitantes, tem apenas um concelho: Santa Cruza da Graciosa (quatro freguesias).
No cenário económico, a agricultura e a pecuária são atividades de grande importância. Vinha, batata e hortícolas são as culturas mais significativas, sublinhando-se que Graciosa e Biscoitos (Terceira) integram duas das três zonas vitivinícolas dos Açores. No setor secundário destaca-se a transformação de lacticínios (queijo, manteiga e iogurte).
Mas tanto Terceira como Graciosa têm no turismo um enorme potencial económico, graças ao seu clima suave e temperado, praias de areia e piscinas naturais, verde a perder de vista, e mar. O património ambiental constitui, assim, o maior trunfo das duas ilhas. No campo do património construído, assinalando-se o centro histórico de Angra do Heroísmo, classificado Património da Humanidade pela UNESCO.
Graciosa, a “ilha branca”, sobressai sobretudo a nível do património espeleológico de origem vulcânica, com referência obrigatória para a Furna do Enxofre. A Graciosa é também muito procurada pelas águas sulfurosas das Termas do Carapacho. Na ilha Terceira, o Algar do Carvão constitui o sítio mais importante de interesse espeleológico.
Na Terceira são ainda famosas as Festas do Espírito Santo e as Sanjoaninas, fortemente enraizadas na polução local e na identidade do território.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]