Gastronomia tradicional e desenvolvimento económico-social

2011-07-13

24 de julho 2011, Cortes do Meio - Covilhã

Workshop organizado pela ADERES, seguido de prova gastronómica de produtos do território Estrela-Sul, a decorrer no auditório e zona de lazer do Centro de Apoio a Crianças e Idosos de Cortes.

O workshop e debate sobre «Gastronomia tradicional e desenvolvimento económico-social», programado para as 11h, contará com a presença da Prof.ª Margarida Vaz e o jornalista Amílcar Malho como oradores, num painel moderado pelo presidente da ADERES, José Armando Serra dos Reis.

A prova gastronómica de produtos locais da Estrela-Sul, agendada para as 12h30, será seguida de um almoço volante com ementa tradicional.

Mais uma iniciativa da ADERES, apoiada pelo LEADER, no âmbito da Estratégia Local de Desenvolvimento para o território Estrela-Sul.

Mais informações e confirmação de presença junto da ADERES.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]