Festival Gastronómico Ibérico

2014-02-28

Dinamizado pela parceria Tejo Vivo, durante o mês de março nos territórios situados nas margens do Tejo.

 

Promover a gastronomia e os produtos associados ao rio, envolvendo os estabelecimentos de restauração, produtores de vinho, azeite, enchidos e fumeiro locais, é um dos objetivos do evento, no âmbito do projeto de cooperação Tejo Vivo.

Por outro lado, pretende-se estimular o trabalho em rede a nível ibérico dos restaurantes, produtores e das Associações de Desenvolvimento Local parceiras neste projeto de cooperação, seis de Portugal, 11 de Espanha.

Neste festival desafiam-se também os produtores de vinho, azeite e enchidos que durante o mês da ação poderão realizar provas dos seus produtos, visitas guiadas a instalações, vinhas e olivais.

Nos dias 28 e 29, em Idanha-a-Nova, a parceria irá realizar um encontro de reflexão Tajo/Tejo Vivo, destinado não só aos parceiros do projeto como a outras associações de desenvolvimento local, municípios, atores locais, estabelecimentos de ensino superior e público em geral.

Centrado nos temas Identidade Territorial, Desenvolvimento Local e Inovação, o encontro pretende promover a discussão sobre a diversificação económica dos territórios junto ao Tejo (portugueses e espanhóis), abordando diferentes áreas (sociocultural, turismo, património, meio ambiente, empreendedorismo, inovação) mas também partilhar conhecimentos, experiências e criar uma rede de contactos ibéricos.

O Tajo/Tejo Vivo abrange municípios desde Castilla (Espanha) ao Ribatejo (Portugal) e neste 1.º Festival Gastronómico decorrerá, nomeadamente, em 57 restaurantes localizados em Talavera, Sierra de San Vicente y la Jara, Castilla la Mancha (Espanha), Raia Centro Sul, Pinhal Interior, Sôr e Ribatejo (Portugal).

O Tajo/Tejo Vivo é um projeto de cooperação ibérica, apoiado pela abordagem LEADER do PRODER, assente numa estratégia comum, inovadora e sustentável, de forma a contribuir para o aumento da competitividade e desenvolvimento social, económico e ambiental desses locais, e os afirme, como um destino turístico consolidado.

A TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior é a chefe de fila portuguesa, onde integram as Associações de Desenvolvimento Local ADIRN – Ribatejo Norte, ADRACES – Raia Centro-Sul, APRODER – Ribatejo, LEADER SÔR e Pinhal Maior. Do lado de Espanha, os parceiros são a ADAC -Alcarria y la Campiña, ADC – Tierras de Talavera, Sierra San Vicente y la Jara, ADECOR – Oropesa, ADESVAL - Valle Alagón, ADISGATA – Sierra de Gata, Castillos del Medio Tajo, FADETA – Tajuña, Montes de Toledo, Valle del Jerte, TAGUS – Tajo, Salor, Almonte, coordenados pela ARACOVE - Aranjuez Comarca de Las Vegas.

Mais informação no site da TAGUS.

Para saber mais sobre o encontro de reflexão Tajo/Tejo Vivo, contactar a ADRACES, Tel. 272 540 200, E-mail adraces@adraces.pt

 

Documentos Anexos:

Cartaz


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]