FARNET: Guia após Guia

2016-09-20

O último guia da rede FARNET - Rede Europeia das Zonas de Pesca, intitulado “Results-oriented CLLD” (Orientação para os resultados no DLBC Costeiro), quer apoiar o trabalho dos GAL Pescas. A seguir à produção do primeiro guia do período de programação 2014-2020, que versa sobre os primeiros passos da implementação DLBC na prática (“Starting CLLD implementation in practice”), a FARNET quis novamente ir ao encontro das necessidades técnicas dos Grupos de Ação Local.

De acordo com o Regulamento que estabelece as Disposições Comuns (Regulamento (UE) n.° 1303/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013), os GAL têm de cumprir exigências específicas no que respeita ao planeamento, entrega, avaliação e demonstração dos resultados das estratégias de desenvolvimento local (EDL). Foi daí que surgiu a oportunidade de "trabalhar" este conceito de orientação para os resultados, que está, aliás, a assumir uma importância crescente na gíria dos programas de financiamento europeus. Partindo desse conhecimento, a FARNET decidiu elaborar este 11º Guia para os GAL Pescas, que trata, de modo autónomo, as várias fases de implementação das EDL. Como? Propondo seis fichas práticas que partem de casos concretos e exploram o desenvolvimento de objetivos estratégicos, a seleção de indicadores e a fixação de metas, recolhendo e gerindo informação e adotando uma abordagem orientada para os resultados em todas as atividades do GAL. Além disso, também oferece algumas ideias sobre como avaliar o desempenho dos GAL e como medir os impactos mais abrangentes das DLBC costeiras. E quem diz GAL Pescas, diz também GAL Rurais e GAL Urbanos. 

Refira-se, por último, que o Guia Results-oriented CLLD” (Orientação para os resultados no DLBC Costeiro), traduzido para alemão, espanhol, francês, húngaro e polaco, pode ser descarregado online. 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]