DOURO SUPERIOR

Associação de Desenvolvimento

Morada: Av. Combatentes da Grande Guerra, Edifício GAT

5160-217 Torre de Moncorvo

Tel.: +351 279 200 730 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: geral@dourosuperior.pt

Site: www.dourosuperior.pt

 

Território: Douro Superior

Área: 1.933,6 km2

Habitantes: 33.832 hab.

Densidade populacional: 17,5 hab./km2

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Douro Superior

O território de intervenção do GAL, abrangendo os concelhos de Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Freixo de Espada à Cinta e Mogadouro – inserido numa das zonas mais secas e quentes de Trás-os-Montes e Alto Douro, tem no rio Douro o principal fator de identidade.

Predominantemente rural, o território tem na agricultura a principal atividade económica, com as populações locais a manterem-se como veículos do saber fazer tradicionais, numa estreita ligação com a atividade agrícola e pecuária.

A vinha – grande parte integrada na Região Demarcada do Douro –, o olival e o amendoal são as principais culturas em todos os concelhos. No sector secundário predominam as pequenas indústrias, sobretudo na área da transformação agroalimentar (vinho, azeite, azeitona de conserva e enchidos).

Profundamente marcado pelo rio Douro, e seus afluentes – Côa, Sabor e Tua –, o território apresenta no património natural e cultural um recurso pleno de desenvolvimento.

Os maiores “trunfos” do Douro Superior são o Alto Douro Vinhateiro e os Sítios de Arte Rupestre do Vale do Côa, no Parque Arqueológico do Vale do Côa, ambos classificados como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO. Atrativos aos quais se junta o Parque Natural do Douro Internacional, com uma área de 85.150 hectares distribuídos pelos concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo.

As amendoeiras em flor, espetáculo de extraordinária beleza que pronuncia a Primavera no Douro, constitui outra das atrações que atrai grande número de visitantes e turistas.

O artesanato é rico e variado em tecelagem, mas o destaque recai na seda, atividade que ainda faz parte do dia-a-dia de algumas (habilidosas) mulheres de Freixo de Espada à Cinta.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]