DOURO HISTORICO

Associação do Douro Histórico

Morada: Rua das Eiras, S/N, Apartado 15 5060-320 Sabrosa

Tel.: +351 259 931 160 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: geral@dourohistorico.pt

Site: www.dourohistorico.pt

 

Território: Douro

Área: 1.258,90 Km2

Habitantes: 97.882

Densidade populcaional: 77,75 hab/km2

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Douro

Situado na secular Região Demarcada do Douro, Património Mundial da Humanidade, o território de intervenção do GAL DOURO HISTÓRICO desenha-se, de oeste a leste, ao abrigo das serras do Marão e Montemuro.

Oito concelhos – Alijó, Mesão Frio, Murça, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Real e Tabuaço – que comungam desta paisagem cultural vinhateira, esculpida pelo Homem ao longo de dois mil anos. Os romanos que deram origem à viticultura no Douro, a contar do século I, e o Marquês de Pombal criou, em 1756, a primeira região demarcada e regulamentada de vinhos do mundo.

Em socalcos de pedra posta, plantadas de sol a sol, as vinhas são os maiores monumentos deste território, desde sempre virado para o rio Douro, que levou para longe as pipas do preciso néctar da região.

A atividade vitivinícola é estrutural e estruturante para a região. O trabalho é árduo e pressupõe uma intervenção humana contínua, de preservação e proteção, e um forte investimento para reestruturação e reconversão dos vinhedos. O processo é lento, mas o Douro, dono de uma história densa e rica, desenvolver-se-á para além das dificuldades e ameaças.

Sendo um território essencialmente agrícola, com alguns comércios e serviços e pouca indústria, além da vinha, importa salientar a importância crescente da cultura do olival, sobretudo em Murça, Tabuaço e São João da Pesqueira. E também aqui, já está em curso uma reconversão dos olivais envelhecidos que poderá, pouco a pouco, inverter a tendência natural para o abandono. Ao nível da produção agrícola local, a fruticultura assume um lugar importante.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]