Conhecimento da erosão ibérica

2014-09-03

“Métodos Experimentais no Conhecimento da Erosão dos Solos: Estudos na Península Ibérica” é o título do workshop promovido no âmbito do Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação (PANCD), a realizar dia 16 de setembro, em Lisboa.

O workshop terá lugar na Torre Principal da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (Av. De Berna), a partir das 10h.

Adolfo Calvo-Cases, Professor Catedrático da Universidade de Valência, é o orador convidado deste workshop que reunirá académicos e investigadores das universidades do Minho, de Évora, do e-GEO (Centro de Estudos de Geografia e Planeamento Regional (FCSH/UNL), do Centro de Investigação de Montanha (Instituto Politécnico de Bragança), do Instituto Politécnico de Castelo Branco, do INIAV (Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária) e do Ponto Focal Nacional da Comissão Nacional de Coordenação de Combate à Desertificação (CNCD).

Programa em anexo.

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]