Conferência "Inovação social, para quê?"

2022-09-12

Associado à celebração do seu 29.º aniversário, a Animar - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local lança a iniciativa "Dia do Desenvolvimento Local", que vai promover no próximo dia 16 de setembro, a partir das 9:00, no auditório da Fundação EDP, com a realização da Conferência “Inovação Social, para quê? - o Desenvolvimento Local enquanto Setor de Inovação na Economia Social”.

A Animar pretende que esta conferência consista num momento de reflexão sobre o papel das entidades de desenvolvimento local, pela experiência e características que apresentam, na promoção da Inovação Social nas suas comunidades e territórios, enquanto resposta aos desafios comunitários e no apoio à criação e implementação de políticas públicas promotoras do Desenvolvimento Integrado e da Coesão Social e Territorial.

Os/as interessados/as em participar deverão fazer a sua inscrição através deste link.

Pode consultar o programa em anexo.

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]