Charneca Ribatejana na BTL

2014-03-10

A divulgação da Rota Sinestesia Ribatejana, desenvolvida pela associação, é o principal objetivo da presença no certame, que decorre em Lisboa, na FIL, de 12 a 16 de março.

A Rota Sinestesia Ribatejana integra vários percursos ainda em fase de protótipo, com 1 a 3 dias de duração.

“Um dia à beira Tejo” é um dos percursos, de um dia, entre Salvaterra de Magos e Almeirim, que tem como principais pontos de visita a Falcoaria Real, o Celeiro Real e Cais da Vala e a Quinta do Casal Monteiro, incluindo ainda um passeio de barco pelo Tejo e prova de vinhos.

Visitas a ganadarias, coudelarias, quintas vitivinícolas, museus e passeios de barco pelo rio tejo são algumas das atividades incluidas nestes percursos, combinando temas de interesse mais específico – Tejo, gastronomia, cavalo e toiro, reservas naturais, desportos radicais e mais abrangente – Lezíria e Ribatejo.

O stand da Associação para a Promoção Rural da Charneca Ribatejana encontrar-se-á no pavilhão 2 (2 A 05).


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]