Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave
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Território: Terras Altas do Homem, Cávado e Ave
Área: 806,22 Km2
Habitantes: 114.569 hab.
Densidade populacional: 142 hab./Km2
Terras Altas do Homem, Cávado e Ave
Amares, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro e Vila Verde na sua totalidade e mais 11 freguesias do concelho de Barcelos e oito do de Braga constituem o território de intervenção do GAL ATAHCA. Atravessado pelos rios Ave, Cávado e Homem, o Alto Cávado é um território marcado pela água. Mas também pela orografia inconstante, com zonas de várzea (propícias à prática agrícola), meia-encosta e montanha. É nesta zona de montanha que se encontra o Parque Nacional da Peneda Gerês, criado e classificado em 1971, pela União Internacional para a Conservação da natureza. Ocupando 20 por cento da região Alto Cávado, é uma das imagens de marca do território, elemento fundamental do património natural e ambiental local.
Em termos económicos, a agricultura tem vindo a perder importância na região nas últimas décadas. Contudo, dadas as excelentes condições para a produção, assiste-se hoje a um novo interesse pela atividade agrícola, sobretudo pelos jovens, que vêm apostando nalguns projetos inovadores, como a produção de pequenos frutos, demonstrando a capacidade e potencialidade da agricultura no Alto Cávado.
No Alto Cávado abunda também o património cultural, histórico e arquitetónico, salientando-se a presença de inúmeros mosteiros, conventos, igrejas, aquedutos, pontes e pelourinhos. O território dispõe ainda de duas importantes estâncias termais em Terras de Bouro e Caldelas (Amares) e de um conjunto de praias fluviais espalhadas pelos quatro concelhos. No artesanato, referência obrigatória para os famosos e inigualáveis Lenços dos Namorados. A gastronomia do Alto Cávado distingue-se ao nível da doçaria, com especial destaque para os doces de romaria, as rabanadas e o não menos famoso pudim Abade de Priscos.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]