Assembleia Geral da ELARD

2018-03-20

Representantes de 19 redes de Grupos de Acção Local, associadas da ELARD participaram na primeira Assembleia Geral da ELARD da presidência portuguesa assegurada pela Minha Terra que decorreu a 7 de março, em Bruxelas. O ponto principal da agenda da reunião foi a preparação do próximo ciclo de programação e trabalho de advocacy que deve ser desenvolvido pela ELARD e pelos seus membros.

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Depois de uma breve apresentação por parte de cada associado da ELARD do ponto de situação da implementação do LEADER/DLBC e dos trabalhos preparatórios para o pós-2020 nos respetivos países (*), a Assembleia-Geral da ELARD aprovou por unanimidade o relatório financeiro correspondente à presidência da Estónia, assim como o Plano de Acção para 2018, proposto pela presidência portuguesa, onde assume particular importância a promoção do LEADER/Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) e dos respetivos resultados, a implementar nas três frentes de trabalho decisivas, a nível europeu, para a definição do próximo período de programação – a Comissão, o Parlamento e o Conselho.

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Além disso, é de destacar a vitalidade da ELARD enquanto rede representativa dos GAL europeus, que aprovou por unanimidade a integração da Holanda como membro. A LEADER Netwerk Nederland, recentemente criada, representa os 20 GAL holandeses. 

 

(*) Alemanha, Bulgária, Croácia, República Checa, Dinamarca, Eslováquia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Letónia, Lituânia, Países Baixos, Polónia, Portugal, Roménia e Suécia


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]