ASDEPR

Associação para o Desenvolvimento e Promoção Rural

Morada: Gaveto da Rua do Espírito Santo, Edifício Caixa Geral de Depósitos, 1.º andar

9560-079 Lagoa

Tel.: +351 296 965 768 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: isabel.magalhaes@asdepr.pt

Site: www.asdepr.com.pt

 

Território: Lagoa, Vila Franca do Campo, Povoação, Nordeste e Ribeira Grande

Área: 514,87 Km2

Habitantes: 65.755 hab.

Densidade populacional: 127,71 hab./km2

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Lagoa, Vila Franca do Campo, Povoação, Nordeste e Ribeira Grande

É na ilha de São Miguel que se localiza o território de intervenção do GAL, abrangendo cinco dos seis concelhos que constituem a ilha: a Lagoa, Vila Franca do Campo, Povoação, Nordeste e Ribeira Grande.

Ao nível das atividades produtivas, o setor primário continua a ser determinante. A atividade concentra-se nas culturas da beterraba, tabaco, ananás, batata e chá, mas tem sobretudo expressão na pecuária, nomeadamente na denominada “monocultura da vaca”.

A indústria revela o predomínio de unidades transformadoras justamente destes produtos – tabaco, da beterraba, do açúcar e, sobretudo, do chá, pela importância histórica e cultural, marcando presença no território da ASDEPR, nas fábricas de chá de Porto Formoso e Gorreana – mas também de lacticínios e conservas de peixe.

O turismo é o sector que está em expansão, verificando-se um crescimento significativo ao nível da oferta de alojamento. O território beneficia de grande variedade paisagística, contando com vários espaços protegidos e áreas naturais classificadas, nomeadamente, as reservas naturais de Lagoa do Fogo e Ilhéu de Vila Franca do Campo, as Reservas Florestais Naturais Parciais do Pico da Vara e dos Graminhais, ou as zonas de Proteção Especial (Rede Natura 2000), Pico da Vara e Ribeira do Guilherme.

O território conta ainda com valioso património arquitetónico dos séculos XVII a XIX, especialmente de carácter religioso, como várias igrejas, conventos e ermidas.

A gastronomia de São Miguel prima sobretudo no capítulo dos pratos de peixe, polvo e lapas. Os queijos e a doçaria tradicional (bolos levedos, massa sovada), os licores e o ananás completam (muito bem) qualquer refeição.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 






Receitas e Sabores dos Territórios Rurais

 

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O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]