2019-06-21
Uma espécie de caça ao tesouro de canoa é a forma mais simples de descrever o AQUApaper de Abrantes. Este evento único, organizado pela Câmara Municipal de Abrantes e a TAGUS – Associação para ao Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, que vai trazer mais de meia centena de pessoas a descobrir uma das mais belas Albufeiras do país, Castelo do Bode, decorre no próximo dia 29 de Junho, a partir da Praia Fluvial de Aldeia do Mato, em Abrantes.
Em equipas de dois elementos, os participantes percorrem o pequeno paraíso, de águas límpidas do Zêzere, de canoa e sob a orientação de um mapa. Pelo caminho respondem a questões sobre a região e de cultura geral, deparam-se com diferentes desafios e jogos de habilidade, com produtos e gastronomia regionais a complementar a viagem a Abrantes.
A edição de 2019 deste evento, que soma já 15 desde 2002, além das divertidas surpresas, contará com a presença da atleta olímpica Francisca Laia que, uma vez mais, aceitou ser a madrinha desta aventura. A canoísta da Selecção Nacional e do Sporting Clube de Portugal é abrantina e abraça este evento lúdico de canoagem, que articula a metodologia da orientação e dos rallys paper, em que dará a partida e entregará os prémios.
Sob o lema “divertir sem poluir”, a inscrição no evento tem o custo de 20 euros por elemento, que inclui seguro, equipamento, almoço e um delicioso lanche ajantarado, que termina com a entrega de cabazes de produtos locais para os primeiros classificados.
As inscrições foram abertas a 29 de Maio e cerca de uma semana depois já estavam esgotadas. Os participantes, como já vem sendo hábito, são maioritariamente provenientes da zona metropolitana de Lisboa. Também os residentes no concelho aderiram em peso, mas o número secundariza em relação aos vindos da capital. Nas equipas contabilizam-se elementos vindos de Mação, dos concelhos da Figueira da Foz e de Leiria e ainda do Porto e do Algarve. Esta adesão e diversificação das origens dos participantes vinca a relevância deste evento ímpar no país, como uma forma interessante de atrair visitantes à região. Mais informações sobre este evento em tagus@tagus-ri.pt.
Consulte o cartaz em anexo.
Documentos Anexos:
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]