Algarve Central - Forças, fraquezas, oportunidades e ameaças

2015-02-02

Recolher contributos para as estratégias de Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) é o objetivo do inquérito online lançado pela Associação In Loco.

Estas estratégias estão a ser preparadas por uma vasta parceria e dinamizadas pela Associação In loco para as freguesias de:

Almancil; Alte; Ameixial; Boliqueime; Cachopo; Guia; Olhão; Paderne; Pechão; Quarteira; Quelfes; Salir; Santa Bárbara de Nexe; Santa Catarina da Fonte do Bispo; São Bartolomeu de Messines; São Brás de Alportel; São Clemente; São Marcos da Serra; São Sebastião; União das freguesias de Conceição e Estoi; União das freguesias de Luz de Tavira e Santo Estêvão; União das freguesias de Moncarapacho e Fuseta; União de freguesias de Querença, Tôr e Benafim.

Dê o seu contributo, preenchendo o formulário on-line no seguinte link:

Algarve Central” - Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças deste Território


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]