ADREPES

Associação de Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal

Morada: Estrada Nacional 379, Quinta do Anjo

2950-807 Palmela

Tel.: +351 212 337 930 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: adrepes@adrepes.pt

Site: www.adrepes.pt

 

Território: Península de Setúbal

Área: 1.154 Km2

Habitantes: 100.850 hab.

Densidade populacional: 87 hab./Km2

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Península de Setúbal

A Península de Setúbal integra-se na Região de Lisboa e Vale do Tejo. O território de intervenção do GAL ADREPES – incluindo os concelhos de Alcochete, Moita, Montijo, Palmela, Setúbal e Sesimbra – é enquadrado por diversas áreas naturais classificadas que lhe conferem uma enorme diversidade ecológica: Estuário do Tejo (a norte); Estuário do Sado e Serra da Arrábida (a sul); Lagoa de Albufeira (a oeste); e por diversos corredores ecológicos que unem Canha à Marateca, estendendo-se na direção de Sesimbra.

Dadas as suas características edafoclimáticas, a Península de Setúbal possui um enorme potencial agrícola, florestal e pesqueiro. Os produtos emblemáticos do território – os vinhos DOC Palmela e DOC Setúbal (o famoso Moscatel de Setúbal), o queijo de Azeitão (DOP), a maçã Riscadinha, o mel, as ostras, o peixe-espada preto de Sesimbra – desempenham um papel importante na gastronomia da região.

Produtos que associados à forte herança cultural relacionada com as atividades agrícolas e piscatórias, onde se destacam as feiras equestres e tauromáquicas dos concelhos de Alcochete, Moita e Montijo, a festa das Vindimas de Palmela, os Círios da Nossa Sra. da Atalaia e os Círios Marítimos de Setúbal e Sesimbra, reforçam a atratividade do território. A par do património arquitetónico – castelos de Palmela e Sesimbra, a Fortaleza de São Filipe em Setúbal, o Convento da Arrábida, o Santuário do Cabo Espichel – quintas, palácios e adegas conjugam os encantos rurais com as artes e os ofícios tradicionais. Graças à dinâmica empresarial dos agentes económicos, que têm vindo a apostar em projetos geradores de riqueza e emprego, o território tem registado um forte desenvolvimento.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]