ADREPES apresenta EDL Península de Setúbal 2014-2020

2014-11-17

O evento representa o culminar do processo participativo dinamizado pela associação durante 2014, que envolveu mais de 200 entidades do território. Sesimbra, 4 de dezembro.

O programa – a decorrer no Cineteatro João Mota, em Sesimbra, a partir das 9h – integra, para além da apresentação da Estratégia de Desenvolvimento Local para a Península de Setúbal, pela Coordenadora da ADREPES, Manuela Sampaio, um painel sobre Instrumentos de financiamento do Desenvolvimento Local de Base Comunitária, que será dinamizado por representantes de várias organizações.

A par deste processo participativo dinamizado pela associação ao longo de 2014, que envolveu mais de 200 entidades locais e regionais, permitindo “uma reflexão ponderada e representativa dos interesses sociais, económicos, ambientais e culturais do território”, a direção e equipa técnica da ADREPES têm vindo a realizar e participar em reuniões, seminário e conferências, “com o propósito de contribuir e incorporar ideias, abordagens e perspetivas, por forma a conceber uma estratégia coerente, integradora e duradoura, que corresponda aos interesses e expectativas do território de intervenção.”

Segundo a associação, este “processo de participação e envolvimento dos agentes locais e da comunidade permitiu definir uma estratégia onde a intervenção territorial e o desenvolvimento de proximidade serão elementos fundamentais para impulsionar a competitividade e a coesão social e territorial da Península de Setúbal.”

Programa e inscrições através do site da ADREPES - Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal.

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]