ADL promovem consumo local num Natal diferente

2020-12-15

Várias Associações de Desenvolvimento Local estão a levar a cabo iniciativas que visam a valorização e consumo de produtos locais neste Natal. Entre as iniciativas estão a comercialização de produtos locais em cabazes,  a venda online de artesanato ou a promoção de um mercado virtual para divulgação de empresas e produtos locais.

A Dolmen, a Tagus e a Adriminho estão a promover a venda de produtos locais, incluindo vinhos, enchidos, queijo, azeite, mel, doces e bolos tradicionais, sob a forma de cabazes, com várias opções de escolha. No que toca à Dolmen os cabazes são elaborados com produtos típicos de cada concelho do território de intervenção, sendo comercializados através da Locale, a nova loja online. A Adriminho, em parceria com os seis municípios do território de intervenção, produziu um cabaz do Vale do Minho, com produtos locais, que está a ser comercializado através da plataforma Unique Flavours. Já a Tagus divulgou um catálogo com dez cabazes diferentes, que se encontra disponível aqui, havendo ainda a possibilidade de elaboração de cabazes personalizados.

Já no caso do Monte a estratégia passa pela divulgação das empresas e produtos locais do Alentejo Central através de um mercado digital, o Instamarket Christmas, através da plataforma Instagram. Nos fins-de-semana de 28 a 30 de novembro e 5 a 7 de dezembro decorreram ainda mercados presenciais, na Casa do Montado, onde estiveram representadas, de cada vez, seis empresas também presentes na página de Instagram, estando também previstos workshops online e atividades para toda a família.

A ADRITEM está promover, através do projeto ROTA Criativa - Rede de Ofícios Tradicionais e Arte Criativa, a venda de artesanato tradicional das Terras de Santa Maria e a ADIRN está a promover a compra de produtos locais através da sua loja "Galeria do Mundo Rural", em Tomar.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]