ADL promove colóquios na Santiagro 2014

2014-05-28

Os quatro colóquios promovidos pela Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano, sobre agricultura, pecuária e florestas, acontecem entre 30 de maio e 1 de junho, em Santiago de Cacém.

Os colóquios “Pecuária” (30.05), “Novos rumos na agricultura” (31.05) e “Financiamento à agricultura e florestas” (01.06), são organizados pela Associação de Agricultores do Litoral Alentejano, em colaboração com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém e a Associação dos Jovens Agricultores de Portugal.

O colóquio – mesa-redonda “Gestão Sustentável do Montado de Sobro”, organizado pela Associação de Produtores Florestais do Vale do Sado, em colaboração com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém e a Universidade de Évora, decorre dia 31.05, também no recinto da feira. 

 

Programas disponíveis no site da Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano, aqui.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]