ADIBER organiza Encontro das Confrarias da Beira Serra

2012-04-20

Góis, 29 de abril 2012

A realização do encontro tem por objetivo evidenciar o relevante papel das confrarias na valorização e promoção da gastronomia da Beira Serra, demonstrando a sua importância no contexto socioeconómico.

Organizado em colaboração com a Câmara Municipal de Góis, terá lugar no auditório da Casa do Artista, em Góis, a partir das 10h.

O encontro conta com a participação ativa das confrarias do Queijo Serra da Estrela (Oliveira do Hospital), do Bucho de Arganil, do Medronho e dos Carolos (Tábua), do Cabrito e da Castanha (Góis).

Pretende-se reforçar as dinâmicas locais, fomentando a troca de experiências entre os vários parceiros, de modo a facilitar a criação de condições que permitam a consolidação da sua atividade em torno de um projeto coletivo de desenvolvimento da Beira Serra, assente na riqueza do seu potencial endógeno, no caso, no património cultural ligado à gastronomia.

Para além da presidente da Câmara Municipal de Góis, Maria de Lurdes Castanheira, estará presente no encerramento do encontro, o presidente da Entidade Regional de Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, e um representante da Federação das Confrarias Gastronómicas de Portugal, cuja disponibilidade é o reconhecimento da importância destas iniciativas para a afirmação dos territórios rurais como espaços de futuro.

Para a ADIBER - Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra, «a preservação da excelência dos nossos sabores e a sua divulgação através da ação empreendida pelas Confrarias Gastronómicas tem permitido alavancar um importante sector da nossa economia, com a criação de emprego e novos rendimentos, aliado ao facto de estarmos na presença de um produto turístico baseado nos fatores distintivos e identificativos desta Região, diversificando a oferta existente com base no que temos de melhor para oferecer e nas nossas tradições".

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]