Associação para o Desenvolvimento Local de Ilhas dos Açores
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Território: São Jorge, Pico, Faial, Flores e Corvo
Área: 1.025,09 Km2
Habitantes: 44.371 hab.
Densidade populacional: 43,3 hab./km2
São Jorge, Pico, Faial, Flores e Corvo
As ilhas de São Jorge, Pico, Faial, Flores e Corvo, da Região Autónoma dos Açores, constituem o território de intervenção do GAL. Um total de nove concelhos divididos em 53 freguesias.
A delimitação do território de intervenção por estas cinco Ilhas justifica-se pelas potencialidades de desenvolvimento que resultam da proximidade geográfica que existe entre três delas (São Jorge, Pico, Faial – Ilhas do Triângulo) e da estratégia de complementaridade de todas as parcelas do conjunto.
De natureza vulcânica, as ilhas são testemunho das sucessivas erupções que estiveram na sua origem. O relevo irregular tem o seu expoente máximo na montanha da ilha do Pico, com 2.351 metros de altitude, seguindo-se o Pico da Esperança – São Jorge (1.053 m) e o Cabeço Gordo – Faial (1.043 m).
A paisagem das cinco ilhas é marcadamente agrícola, embora a fertilidade do solo, variável com as diferenças de altitude, seja um fator condicionante da atividade. Entre as culturas tradicionais contam-se o milho, batata branca, batata-doce, inhame, tremoço, vinha e hortícolas vários. A pecuária é um setor de enorme relevância, que se reflete ao nível da importante indústria dos lacticínios.
Registando uma evolução positiva em todas as ilhas, o turismo é uma atividade em crescimento, quer ao nível do alojamento, quer de atividades de animação turística, nomeadamente de natureza náutica, mergulho, observação de cetáceos, entre outras.
A preservação ambiental surge, assim, como uma das prioridades do território que se apresenta, em termos de flora e fauna, como uma reserva de espécies raras. Já para não falar na paisagem da vinha do Pico, classificada Património da Humanidade pela UNESCO, em 2004, como reconhecimento do caráter único da mais singular das culturas dos Açores.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]