AD ELO entrega contratos LEADER

2011-11-12

As sessões de entrega dos contratos aos beneficiários com pedidos de apoio aprovados no âmbito do 2º Concurso LEADER da AD ELO decorreram de 9 a 16 de novembro 2011 nos seis concelhos de intervenção da associação.

No 2º Concurso LEADER AD ELO, que decorreu entre 15 de setembro e 15 de outubro de 2010, foram apresentadas um total de 79 candidaturas.

Após o processo de análise foram aprovados 48 pedidos de apoio, com um investimento total aprovado de 4.400.000,00 euros, correspondendo a um montante de comparticipação de 2.800.000,00 euros, e criação de 99 postos de trabalho.

Por concelho, dos 48 pedidos de apoio aprovados, 14 são de beneficiários pertencentes ao município de Montemor-o-Velho, 9 do de Penacova, 7 do de Cantanhede, 7 do de Mealhada, 6 do de Mira e 4 do de Vagos.

Dos 48 beneficiários, contam-se 18 IPSS, 14 microempresas, 6 organismos da administração local, 2 associações de cariz cultural, recreativo e desportivo, 2 fundações, 1 organismo religioso e 1 empresário em nome individual.

As sessões públicas de entrega dos contratos LEADER/Subprograma 3 do PRODER realizaram-se, a 9 de novembro, na Câmara Municipal da Mealhada e no Centro Cultural de Penacova; a 10 de novembro, nas câmaras municipais de Cantanhede e de Montemor-o-Velho, a 15 de novembro, na Câmara Municipal de Mira, e no dia 16 de novembro, na Câmara Municipal de Vagos.

A AD ELO - Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego é a entidade responsável pela implementação e gestão do LEADER - Subprograma 3 do PRODER nos concelhos de Cantanhede, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Penacova e Vagos.

A abordagem LEADER promove a melhoria da qualidade de vida das zonas rurais, incentivando os agentes socioeconómicos a trabalharem para a produção de bens e serviços que gerem um valor acrescentado nos territórios.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]