Abrantes recebe nova edição da Feira Nacional da Doçaria Tradicional

2021-10-08

A Câmara Municipal de Abrantes, em conjunto com a TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, vai promover, de 22 a 24 de outubro, a 19.ª edição da Feira Nacional da Doçaria Tradicional.

O evento, que visa valorizar a produção local, designadamente a doçaria tradicional e conventual, decorrerá na Esplanada 1.º de Maio, no centro histórico de Abrantes, com um programa adaptado à situação pandémica. Esta edição traz uma novidade, a "Doçaria a Pedido", que permitirá a encomenda de doces e o levantamento em local indicado ou mesmo em casa.

Para além da feira de doces, o evento incluirá atividades de animação infantil, exposições, oficinas de doçaria e atividades desportivas. Um cardápio recheado e pensado na envolvência da comunidade e na oportunidade de ser uma porta aberta para visitantes de outras regiões, permitindo assim que os doces tradicionais de Abrantes fiquem na boca do mundo.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]