A aplicação do PRORURAL+ nos Açores está bem e recomenda-se

2017-06-12

A 8 de junho, o Comité de Acompanhamento do PRORURAL+ (Programa de Desenvolvimento Rural da Região Autónoma dos Açores) esteve reunido na Horta (ilha do Faial) para fazer o balanço da aplicação do programa nos Açores.

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Perante a apreciação positiva do responsável na Comissão Europeia deste fundo, Efthimios Bokias, o Diretor Regional do Desenvolvimento Rural, Fernando Sousa, mostrou-se optimista na hora de fazer um balanço do III Comité de Acompanhamento do PRORURAL+. De facto, a taxa de execução do PRORURAL+ nos Açores é acima à da média europeia.

Na reunião foi feita uma análise e uma aprovação do relatório anual de execução do PRORURAL⁺ relativo ao ano de 2016, um ponto de situação sobre a execução a 30 de abril de 2017, e a apresentação do relatório de avaliação. A seguir à manhã de trabalhos, as visitas a projetos financiados pelo Programa - obras do Matadouro/Flamengos, a queijaria do Morro, a exploração de Próteas e o empreendimento turístico Casa do Bote – remataram a ordem do dia do Comité de Acompanhamento.

Participaram neste encontro várias entidades, com especial destaque para o representante do Fundo Europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural (FEADER) em Espanha e em Portugal e Diretor Geral da Agricultura e Desenvolvimento Rural na Comissão Europeia, Efthimios Bokias.

A Federação Minha Terra foi convidada pela Autoridade de Gestão do PRORURAL+ e fez-se representar pela presidente, Maria João Botelho, juntando-se às suas associadas e entidades gestoras locais do PRORURAL+: ADELIAÇOR – Associação para o Desenvolvimento Local de Ilhas dos Açores, ARDE – Associação Regional para o Desenvolvimento, ASDEPR – Associação para o Desenvolvimento e Promoção Rural e GRATER – Associação de Desenvolvimento Regional.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

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A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

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A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]