"Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão”

2014-03-11

Alcácer do Sal, 28 de março

Seminário de encerramento do projeto “Programa de Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão”, promovido pela União da Floresta Mediterrânica (UNAC), no âmbito do INALENTEJO.

Para além da apresentação dos principais resultados obtidos no projeto, cujo investimento ascende a 113.660,47 euros, com cofinanciamento FEDER de 79.562,33 euros, o programa integra comunicações na área da Produção e Gestão de Povoamentos, na Valorização do Produto e sobre o Sector e o Mercado do Pinhão, por parte de oradores nacionais e internacionais.

Os trabalhos encerram com a apresentação do livro "Receitas com Pinhão", pelo Provedor da Confraria Gastronómica do Alentejo, seguindo-se uma sessão de degustação de pinhão e produtos à base de pinhão.

Mais informação em anexo ou em www.unac.pt

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]