10º AQUApaper

2011-05-24

Abrantes, 28 de maio 2011

Corrida de boias, luta de cotonetes, zarabatana, corrida de carros de rolamentos? São os novos desafios do AQUApaper de Abrantes para comemorar a sua 10ª edição.

No próximo dia 28 de maio, na Praia Fluvial de Aldeia do Mato, a proposta é para um dia pleno de aventuras na Albufeira de Castelo de Bode.

Canoagem, orientação náutica, provas de estratégia, corrida de bóias, luta de cotonetes, zarabatana, obstáculo de cordas e corrida de carros de rolamentos são as atividades programadas para esta iniciativa da TAGUS e do município de Abrantes.

Com o objectivo de dar a conhecer e promover um dos principais recursos da região, o rio Zêzere, os participantes irão percorrer as ilhas e os recantos da Albufeira de Castelo de Bode, tendo um mapa para orientação, respondendo a questões, superando desafios e enigmas.

O 10º AQUApaper de Abrantes conta com o apoio do PRODER, no âmbito da Abordagem LEADER.

Programa em anexo.

Mais informações e inscrições no site da TAGUS


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]