Vicentina promove oficina de azulejaria e criação de painel comunitário alusivo aos Direitos Humanos

2020-10-30

A Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste vai promover nos dias 7, 14 e 21 de novembro, na Fortaleza de Sagres, a iniciativa “CIVITAS – Direitos Humanos | Oficina de Azulejaria Criativa”, que visa a criação de um painel comunitário de azulejos, no âmbito de uma oficina de azulejaria criativa.

A iniciativa insere-se no contexto temático do DiVaM 2020: “Direitos Humanos, Igualdade e Não Discriminação”, promovido pela Direção Regional de Cultura do Algarve e contará também com a participação do Centro Europe Direct do Algarve, que dinamizará sessões sobre o tema dos “Direitos Humanos”, com o objetivo de promover uma reflexão acerca da temática, a fim de virem a ser definidos e criados os conteúdos que virão a fazer parte do painel.

A participação será limitada a 12 participantes, devendo os mesmos inscrever-se através deste link até ao dia 2 de novembro. Saiba mais sobre a iniciativa aqui.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]