VI Fórum Mediterrâneo de Direito Agro-florestal

2025-02-06

A Sala de Exposições do Edifício da Biblioteca da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, vai receber no próximo dia 21 de fevereiro o VI Fórum Mediterrâneo de Direito Agro-florestal, promovido pelo CEDR - Comité Européen de Droit Rural. O evento tem como tema "Gestão agro-florestal e caminhos para a sustentabilidade nas políticas florestais europeias".

A iniciativa, com hora de início marcada para as 15:00, estará dividida em quatro painéis de discussão, em que serão abordadas a importância do registo e cadastro para a gestão agroflorestal, o pagamento de serviços de ecossistemas para o restauro dos espaços florestais, a gestão multiatores das florestas e das áreas protegidas, a visão jurídica do mundo agro-florestal, os desafios da fragmentação das propriedades e a organização e estrutura da propriedade.

Conheça o programa completo no documento em anexo.

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]