Território, Políticas e Governança

2018-02-09

Seminário Internacional

Modelos de governança e territorialização vão estar na mesa de debate do seminário internacional promovido pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão, na reitoria da Universidade Nova de Lisboa, no dia 12 de março.

A pergunta de partida “que escalas, que atores e que modelos de cooperação são mais propícios a uma articulação entre os objetivos das políticas e os cidadãos?” vai ser abordada em dois painéis de debate:

  • Governança pública: atores, escalas e desafios;
  • Governança territorial: instituições, escalas e políticas,

por peritos internacionais em políticas de base territorial e em mecanismos de governança multinível, investigadores nas áreas das políticas públicas e desenvolvimento regional e atores nacionais nas diferentes escalas de implementação das políticas públicas.

Consulte o programa em anexo e inscreva-se gratuitamente aqui

Documentos Anexos:

Programa do Seminário


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]