SOL DO AVE

Associação para o Desenvolvimento Integrado do Vale do Ave

Morada: Rua Manuel Saraiva Brandão, 89

4810-242 Guimarães

Tel.: +351 253 512 333 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: desenvolvimentorural@soldoave.pt

Site: www.soldoave.pt

 

Território: Vale do Ave

Área: 534,4 Km2

Habitantes: 77.860 hab.

Densidade populacional: 146 hab./Km2

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Vale do Ave

Voltado para o mar, subindo até às serras da Peneda e do Gerês, o território insere-se na parte interior de Entre Douro e Minho. Os sete concelhos que o compõem – Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Santo Tirso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão, Trofa e Vizela – correspondem a uma área diversificada em termos geográficos, demográficos, sociais e económicos.

O rio Ave é o eixo de convergência da região, permitindo individualizar o Vale do Ave como um território com características próprias, nomeadamente, ao nível da organização do espaço, povoamento e economia.

A densidade populacional e os níveis de desenvolvimento acompanham de forma proporcionalmente invertida a curva orográfica. As áreas mais próximas do litoral, do Baixo e Médio Ave, são mais povoadas e industrializadas, enquanto as terras do Alto Ave, no interior, mais rurais, despovoadas e menos desenvolvidas. No vale, junto do rio Ave e seu afluente, o Vizela, o povoamento, a instalação de unidades industriais e a implementação das principais vias de comunicação, semearam manchas urbanas difusas. A zona serrana ou de montanha, pelo contrário, apresenta-se mais preservada a todos os níveis.

O esvaziamento das áreas rurais em benefício das áreas urbanas e industriais, que se assiste há décadas, é uma dinâmica de sentido único, que acentua as discrepâncias populacionais e debilidades e constitui um obstáculo ao desenvolvimento do território. A clara dicotomia que o território encerra, associando o agrícola e o industrial, numa relação histórica de complementaridade, marca o Vale do Ave. Após a grande crise dos anos 80 (do século XX), com o fecho de inúmeras fábricas de têxteis e calçado, o tecido empresarial ora se caracteriza por uma fase de reconversão (e até expansão), ora de declínio. Neste cenário de permanente mudança, com vagas de desempregados, que tem vindo a acentuar a importância da pluriatividade dos agregados familiares, a agricultura ganha cada vez mais peso, na economia familiar e não só.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]