Rota da Dieta Mediterrânica - Balanço de atividades

2016-02-08

Realizou-se no dia 3 de Fevereiro, no auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, a primeira assembleia-geral da Rota da Dieta Mediterrânica. A iniciativa contou com a presença de muitas empresas e entidades integradas na RDM, bem como diversos representantes da Comissão Regional da Dieta Mediterrânica.

Durante o evento a Associação In loco, responsável pela dinamização da RDM, fez o balanço dos trabalhos realizados e dos resultados atingidos desde o lançamento da RDM, tendo já sido ultrapassados os oitenta recursos integrados na Rede, nas categorias de Restauração, Produtos Locais de Qualidade, Artesanato e Património. A representante da entidade anfitriã, reiterou a aposta da Comissão Regional no contributo da Dieta Mediterrânica (DM) para o desenvolvimento regional e da importância de iniciativas de cooperação como a da Rota da Dieta Mediterrânica (RDM) para a revitalização económica e a atenuação da sazonalidade através da valorização cultural, regional e dos produtos e serviços associados à DM.

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De realçar que os resultados de um inquérito às necessidades dos membros da RDM permitiram identificar as prioridades e as linhas estratégicas para 2016: capacitação, trabalho em rede e promoção, tendo em vista a consolidação, o alargamento e a sustentabilidade da RDM.

Nesta primeira assembleia geral foram ainda assinados 14 novas cartas de compromisso e feita a distribuição por todas as empresas presentes de um vasto conjunto de materiais de promoção e de apoio ao acolhimento de visitantes e clientes, que lhes permitirão identificar com facilidade, em cada um dos locais assinalados, sítios onde podem vivenciar a essência do que é a Dieta Mediterrânica. 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]