PROVE deu cartas em Cork 2.0

2016-09-14

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A convite da Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DG AGRI) da Comissão Europeia, a ADREPES–Associação de Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal levou o PROVE à Conferência Europeia sobre Desenvolvimento Rural em Cork, Irlanda.

Nos dois dias da conferência de 5 e 6 de setembro, que agregou mais de 300 intervenientes e partes interessadas do desenvolvimento rural e deu origem à Declaração de Cork 2.0 “Uma vida melhor nas áreas rurais”, o PROVE teve a oportunidade de participar numa mostra seleta de projetos europeus, tendo sido eleito como boa prática europeia na área agrícola, sobretudo no que respeita ao seu contributo no apoio à produção e consumo local e na implementação de processos associados à promoção dos circuitos curtos agroalimentares.

Para mais informações:

www.prove.com.pt/prove@prove.com.pt


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





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