PROBASTO

Associação de Desenvolvimento Rural de Basto

Morada: Edifício Multiusos – Lugar do Rio – Refojos

4860-408 Cabeceiras de Basto

Tel.: +351 253 662 025 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: probasto@probasto.pt

Site: www.probasto.pt

 

Território: Terras de Basto

Área: 812,5 Km2

Habitantes: 54.297 hab.

Densidade populacional: 67 hab./Km2

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Terras de Basto

Diz-se que Basto não é Minho nem Trás-os-Montes, mas ambos. Localizadas numa zona de transição entre o Litoral Norte e o Interior de Trás-os-Montes, as Terras de Basto são constituídas por quatro concelhos – Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira de Pena – (os dois primeiros do distrito de Braga e os dois últimos do distrito de Vila Real) que representam uma zona contígua e homogénea centrada sobre o rio Tâmega, considerado, por si só, um elemento aglutinador do território. A água é, aliás, o elemento sempre presente em Basto, quer pela sua qualidade e importância nas atividades rurais tradicionais, desde os vinhedos aos lameiros, quer pela beleza que confere à paisagem.

As paisagens de Terras de Basto encontram-se dispostas em anfiteatro sobre o Tâmega e limitadas por um conjunto de formações montanhosas o que, em termos físicos, lhe confere uma grande coesão interna. Até há bem pouco tempo com vias de comunicação deficientes, tanto com o exterior como a nível interno, constituem, hoje, com as novas acessibilidades, um “concentrado” de ruralidade de fácil acesso para uma partida à descoberta do Portugal genuíno – onde a terra ainda é medida em “carros de pão”, “pipas de vinho” e “cabeças de gado” que alimentam.

Em termos económicos, o território de intervenção do GAL PROBASTO continua, de alguma forma, depende do setor primário, mas o turismo apresenta-se como um “cluster” de enorme potencialidade. Associado ao vinho, à floresta e pecuária extensiva – elementos transversais e estruturantes da economia local –, e à qualidade natural e paisagística da região, este setor poderá servir de alavanca económica para a região nos próximos anos.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 






Receitas e Sabores dos Territórios Rurais

 

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O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]