PRÓ-RAIA

Associação de Desenvolvimento Integrado da Raia Centro Norte

Morada: Largo do Paço do Biu, n.º 3

6300-592 Guarda

Tel.: +351 271 210 210 (Chamada para a rede fixa nacional)

Tmvl: +351 926 078 584 (Chamada para rede móvel nacional)

E-mail: pro-raia@pro-raia.pt

Site: http://pro-raia.pt/

 

Território: Raia Centro Norte

Área: 1.535,3 km2

Habitantes: 58.693 hab.

Densidade populacional: 38,2 hab./km2

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Raia Centro Norte

Guarda e Sabugal. Os dois concelhos, do distrito da Guarda, integram o território de intervenção do GAL. Dadas as características de montanha do território – delimitado pelas serras da Estrela e da Malcata – a agricultura, a pecuária e a silvicultura assumem particular importância na economia local.

Não obstante esta estrutura económica de forte ruralidade, o território regista um elevado número de pequenas e médias empresas e estabelecimentos comerciais, localizados sobretudo nas sedes de concelho.

Com grande diversidade de recursos naturais – Parque Natural da Serra da Estrela, Reserva natural da Serra da Malcata, rios Côa e Mondego – o território vira-se, cada vez mais, para o turismo. A oferta, de alojamento e espaços de lazer, tem vindo a aumentar, reforçando a competitividade do território.

No capítulo do património edificado merecem destaque o Castro do Jarmelo, a Anta de Pêra do Moço e a Sé da Guarda, no concelho da Guarda. No Sabugal, sobressaem os cinco castelos e pelourinhos do concelho, a Aldeia Histórica de Sortelha e numerosas estações arqueológicas, como a de Sabugal Velho, na freguesia de Aldeia Velha, e Caria Talaya.

Este território é ainda cenário de grandes tradições… Uma das mais marcantes é a capeia. Festa única no país realizada nas aldeias fronteiriças do concelho de Sabugal com o tradicional “forcão”.

Quanto ao artesanato é obrigatório referir os tradicionais cobertores de papa de Maçainhas. É nesta aldeia, da Guarda, que se encontra a última fábrica do país que ainda produz estes cobertores de lã de ovelha, com o seu característico pêlo comprido e riscas coloridas.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]