Para um futuro mais inteligente nas zonas rurais da UE

2018-05-02

De acordo com as conclusões do encontro de Bled, na Eslovénia, e de outras declarações, tal como Cork 2.0, a Declaração de Bled sobre as aldeias inteligentes apela a um utilização inovadora e inclusiva das tecnologias digitais, ao reforço de conhecimentos e do empreendedorismo, e à complementaridade dos apoios em virtude de instrumentos de financiamento UE, com vista ao estímulo do desenvolvimento das economias rurais em toda a UE.

A declaração, intitulada ‘Um futuro mais inteligente nas zonas rurais da UE’ e assinada a 13 de abril, em Bled, contou com a participação do Comissário Europeu da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Phil Hogan. Segundo ele, as aldeias inteligentes têm essencialmente a ver com as pessoas – com comunidades rurais que tomam a iniciativa de encontrar soluções práticas para novos desafios, aproveitando ao máximo novas oportunidades.

A Declaração de Bled (em língua inglesa) encontra-se em anexo.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]