O Terceiro Setor tem a palavra até 12 de janeiro

2018-01-08

Até 12 de janeiro, o consórcio entre as Fundações Calouste Gulbenkian e Bissaya Barreto, selecionado como Operador de Fundo do “Active Citizens Fund/EEA Grants” em Portugal pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu, colocou para a consulta das organizações da sociedade civil o conteúdo essencial da proposta submetida aos EEA Grants, que descreve os principais desafios identificados em Portugal no setor da sociedade civil, com o objetivo de obter contributos que permitam ajustar as linhas orientadores do novo programa a desenvolver e implementar.

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Todas as Organizações Não Governamentais (ONG) interessadas em participar são convidadas a responder a um questionário online. Findo o prazo da consulta, o conjunto dos contributos vão ser objeto de tratamento e de um relatório de síntese para publicação nos sites das duas fundações e para consideração dos EEA Grants na otimização do novo Programa para a sociedade civil financiado pelo Active Citizens Fund/EEA Grants no período 2018-2024.

EEA Grants

O Espaço Economico Europeu (EEA) é composto pelos Estados Membros da União Europeia e três países da Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA) – Islândia, Listenstaine e Noruega –, que partilham o mesmo Mercado Interno.

Através do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu 2014-2021, no âmbito dos European Economic Area Grants, a Noruega, a Islândia e o Listenstaine, na qualidade de Estados Doadores, financiam, em 15 Estados Membros da União Europeia, iniciativas e projetos em 23 áreas programáticas, repartidas por cinco setores, com vista à redução das disparidades económicas e sociais e ao reforço das relações bilaterais entre os Estados Doadores e os Estados Beneficiários.

A dotação do Active Citizens Fund em Portugal é de 11 milhões de euros e o período de execução vai prolongar-se até 2024.

Leia o documento de discussão e o capítulo relativo à Área Programática 15 – Sociedade Civil no “Blue Book” dos EEA Grants e participe na consulta em https://gulbenkian.pt/.

Saiba mais sobre os EEA Grants Portugal em Unidade Nacional de Gestão.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]