O futuro faz-se no território: Monte celebra 30 anos de desenvolvimento local

2026-09-17

O Monte ACE - Desenvolvimento Alentejo Central assinala 30 anos de atividade com um seminário comemorativo, sob o mote “O futuro faz-se no território”, que terá lugar no dia 24 de setembro, no Pavilhão Multiusos de São Pedro da Gafanhoeira, em Arraiolos.

O encontro reúne representantes do poder local, entidades regionais, instituições académicas e organizações ligadas ao desenvolvimento rural, num programa dedicado ao associativismo em meio rural, à inovação social e ao desenvolvimento local.

O destaque será a mesa-redonda “E o futuro faz-se como? O papel do desenvolvimento local num novo ciclo de políticas públicas”, que contará com representantes da CCDR Alentejo, Alentejo 2030, Federação Minha Terra, ESDIME e Universidade de Évora.

A iniciativa termina com o visionamento do filme dos 30 anos do Monte, seguindo-se o encerramento e um almoço.

O programa completo está disponível em anexo.

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]