“Norte Empreende – Sabores e Saberes Rurais” atrai mais de 120 empreendedores

2018-06-28

De 13 a 15 de julho, a Alfândega do Porto vai ser palco de uma mostra de 140 novas empresas cuja criação foi incentivada no âmbito do projeto Empreendedorismo em Meio Rural na Região Norte (EMER-N). A “Norte Empreende – Sabores e Saberes Rurais” será uma feira de serviços e de produtos regionais, de seminários, de sessões de networking e de animação cultural, assumindo-se como um ponto alto e o testemunho dos resultados alcançados pela implementação na região Norte de Portugal do projeto EMER–N.

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Os números falam por si só: a partir de uma rede de 15 entidades parceiras, com o apoio de mais de 40 mentores e 20 especialistas, foi possível apoiar mais de 900 empreendedores e criar mais de 200 novos negócios, geradores de um volume de negócios superior a 20 milhões de euros.

Esta feira será mais um marco no percurso destes novos empreendedores dos setores da agricultura, turismo, agroalimentar, bebidas, artesanato e têxtil que têm aqui uma oportunidade de mostrar os seus produtos junto de potenciais clientes. 

Ao nível do projeto em si, este evento quer ser uma mostra do dinamismo dos empreendedores dos territórios de baixa densidade dos 86 municípios do Norte de Portugal. É uma oportunidade para se evidenciarem as potencialidades do interior, dinamizando o seu tecido económico e empresarial, criando emprego e riqueza, apostando no rendimento como fator determinante para sediar população e revitalizar o território. O EMER-N representa um investimento no fator mais importante dos territórios que são as pessoas.

O projeto EMER-N, financiado pelo Programa Operacional Regional NORTE 2020, através do FEDER, resulta de uma parceria de 15 entidades, das quais duas associações empresariais (In.Cubo e IET – Instituto Empresarial do Tâmega), três instituições públicas do ensino superior (UTAD, Instituto Politécnico de Viana do Castelo e Instituto Politécnico de Bragança) e dez associações de desenvolvimento local (Ader-Sousa, Adrat, Adritem, Adrimag, Atahca, Adriminho, Corane, Desteque, Dolmen e Douro Superior). Ao longo dos últimos dois anos, técnicos experientes aplicaram uma metodologia de apoio de proximidade a empreendedores, aos micro e pequenos negócios e à criação de empresas.

Consulte o programa em anexo.

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]