Newsletter N.º 02/2018 do MONTE

2018-00-00

A Assembleia-Geral da Parceria Alentejo Central, a entrega de contratos SI2E e as candidaturas recebidas pelo GAL Alentejo Central constituem o conteúdo da segunda newsletter de 2018 do Monte.

A 1 de fevereiro o GAL Alentejo Central esteve na ordem dos trabalhos do Monte com a eleição dos Órgãos Sociais da Parceria, a apresentação dos resultados alcançados por este Grupo de Ação Local, no âmbito das Estratégia de Desenvolvimento Local, e a aprovação da entrada de quatro novas entidades, passando a parceria a somar um total de 60 entidades.

No domínio dos incentivos ao investimento na Região Alentejo Central, o GAL Alentejo Central entregou 13 contratos aos beneficiários do SI2E – Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e Emprego e recebeu 108 candidaturas à Operação 10.2.1.1 – Pequenos Investimentos nas Explorações Agrícolas.

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Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]