Maio, Mês dos Mercados: Rede M dinamiza iniciativas para aproximar comunidades e celebrar os mercados locais

2025-04-30

A Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste, enquanto entidade coordenadora da parceria da Rede Regional de Mercados Locais (Rede M), lança durante o mês de maio várias iniciativas dedicadas à valorização dos mercados locais e da sua ligação às comunidades.

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Dando início às comemorações, é lançado o grupo de Facebook “Amigos da Rede M | Mercados com Gente”, um espaço criado para todos aqueles que vivem, visitam, compram ou simplesmente gostam dos mercados da Rede M. O objetivo é claro: fomentar a partilha de experiências, tradições e fotografias que ligam as pessoas a estes espaços únicos, dinamizando os mercados de forma participativa e próxima.

Neste mês dedicado aos mercados, a rede associa-se também à campanha internacional “Eu Gosto do Meu Mercado”, coordenada em Portugal pela SIMAB – Sociedade Instaladora de Mercados Abastecedores. Esta iniciativa convida a comunidade a redescobrir o valor dos mercados locais — espaços de proximidade, partilha, identidade e produtos frescos.

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A equipa da Vicentina irá visitar os mercados aderentes à rede, reforçando a ligação com os territórios e os seus protagonistas. O principal objetivo destas visitas é consolidar o contacto com as entidades gestoras dos mercados (Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia), os produtores e vendedores locais, promovendo a articulação entre os vários agentes envolvidos. Paralelamente, estas ações contribuem para a preparação da candidatura ao PADRE II – Plano de Ação para o Desenvolvimento dos Recursos Endógenos, com vista à consolidação do trabalho já desenvolvido por esta rede intermunicipal.

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Estas iniciativas pretendem ainda aprofundar a proximidade entre os intervenientes locais e valorizar os produtos e produtores regionais, reforçando o papel dos mercados enquanto espaços de identidade e de encontro da comunidade. Estas ações estão alinhadas com o compromisso contínuo da Vicentina com o desenvolvimento sustentável do território.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]