Idanha-a-Nova acolheu IIº Fórum Aldeias de Portugal

2023-11-07

O evento de edição anual levado a cabo pela ATA - Associação Turismo de Aldeia e co-organizado com 16 Grupos de Ação Local de todo o país e pelo Município de Idanha-a-Nova convocou, no passado dia 3 de novembro, em Idanha-a-Nova, os diversos atores representativos dos diferentes interesses e visões acerca do desenvolvimento das Aldeias no IIº Fórum Aldeias de Portugal, este ano com o tema "Aldeias 2030 - Estratégias para a sustentabilidade e futuro das Aldeias".

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Esta iniciativa promovida no âmbito do Projeto de Cooperação interterritorial Aldeias de Portugal colocou na ordem do dia temas tão atuais como o da sustentabilidade, permitindo ser um espaço onde representantes de todos os setores de atividade e da sociedade puderam refletir sobre o desafio da sustentabilidade das aldeias.

Ao logo da tarde o programa incluiu sessões paralelas de reflexão e diálogo de modo a articular e expor propostas com o objetivo de atingir compromissos de ação ativa e muito em breve serão divulgados todos os resultados desta reflexão.

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No sábado, dia 4 de novembro, foi inaugurada na Aldeia de Portugal Penha Garcia a nova sede da ATA - Associação Turismo de Aldeia. A decisão de deslocalização da sede de Ponte de Lima para Penha Garcia prende-se com a necessidade de uma maior centralidade que Penha Garcia pode oferecer. Nesse sentido a autarquia de Idanha-a-Nova disponibilizou a cedência do espaço que passa acolher a ATA, numa estratégia de promoção do território.

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A festa na Aldeia de Portugal incluiu ainda uma visita guiada "Pela Rota dos Fósseis" a Penha Garcia, classificada como Aldeia de Portugal, terminando com um almoço-magusto, organizado pelo GAL ADRACES e pela Liga dos Amigos de Penha Garcia num evento aberto a toda a população que permitiu valorizar os produtos endógenos e as tradições e simultaneamente proporcionar animação.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





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