I Encontro Clube Aldeias de Portugal

2011-12-12

O evento, promovido pela PROBASTO e ATA, no âmbito do projeto de cooperação LEADER Aldeias de Portugal, permitiu partilhar iniciativas de sucesso e boas práticas de valorização e dinamização dos núcleos rurais.

O auditório do Centro Hípico de Vinha de Mouros, em Cabeceiras de Basto, foi o local escolhido para a realização deste I Encontro Clube Aldeias de Portugal, no passado dia 29 de novembro 2011.

O evento, enquadrado nas ações de dinamização do projeto de cooperação LEADER Aldeias de Portugal - que junta as Associações de Desenvolvimento Local ADER-SOUSA, ADRIL, ADRIMAG, ADRIMINHO, ADRITEM, ATAHCA, DOLMEN, PROBASTO, SOL DO AVE, ADRAT, BEIRA DOURO, CORANE, DESTEQUE, DOURO HISTÓRICO, DOURO SUPERIOR -, foi promovido pela Associação de Desenvolvimento Rural de Basto (PROBASTO) e Associação do Turismo de Aldeia (ATA).

De encontro aos objetivos da organização, o encontro juntou pela primeira vez no mesmo espaço o testemunho de três reconhecidos projetos nacionais ligados ao desenvolvimento, promoção e valorização de núcleos rurais, que potenciam a promoção de um turismo de aldeia diferenciado sustentado na valorização das características intrínsecas dos territórios que representam: Aldeias de Portugal, Aldeias do Xisto e Aldeias Históricas de Portugal.

No caso das Aldeias de Portugal, foram abordados quatro casos de sucesso e boas práticas: Aldeia da Branda D»Aveleira; Aldeia de Quintandona; Aldeia de Picote; Aldeia de Mezio.

Além de possibilitar a partilha de iniciativas de sucesso e boas práticas desenvolvidas no âmbito da valorização e dinamização dos núcleos rurais, o encontro permitiu identificar não só os fatores de sucesso mas os obstáculos ao desenvolvimento dos projetos, reunir elementos aplicados em cada um dos agentes e territórios envolvidos, bem como identificar os pontos em comum e as diferenças na perspetiva de transferir novas metodologias entre territórios.

O conceito Clube Aldeias de Portugal foi criado na extensão da rede das aldeias classificadas com a marca «Aldeias de Portugal», com o objetivo de agregar agentes económicos ao nível do alojamento, restauração, pontos de venda/oficinas de artesanato típicos e animação turística e /ou ambiental, assim como agentes políticos, sociais e culturais dos territórios abrangidos.

A Associação de Turismo de Aldeia (ATA) é uma associação de âmbito nacional, constituída em 1999, que tem como missão a promoção do turismo de aldeias rurais ímpares e a revitalização do mundo rural, através da defesa da preservação das tradições, do património arquitetónico, ambiental e cultural, uma vez que constituem os bens e serviços de qualidade excecional destes locais.

Atualmente, a rede Aldeias de Portugal é constituída por 46 aldeias do Entre-Douro-e-Minho e Trás-os-Montes já classificadas, encontrando-se mais 33 em fase de classificação.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]