Evento de encerramento do projeto "A comer é que a gente se entende"

2025-03-19

Os Grupos de Ação Local CoimbraMaisFuturo, AD ELO, ADIBER, ADICES, DUECEIRA, Pinhais do Zêzere e Terras de Sicó e a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra vão organizar, no próximo dia 25 de março, o evento de encerramento do projeto "A comer é que a gente se entende". 

A iniciativa, que dará a conhecer os resultados e produtos deste projeto promovido na Região de Coimbra no quadro do Plano Nacional para a Alimentação Equilibrada e Sustentável (PNAES), terá lugar no Museu do Azeite, em Oliveira do Hospital, pelas 15:00.

O evento incluirá ainda uma sessão de debate sobre as formas de dar continuidade do projeto e uma visita guiada ao Museu do Azeite.

A participação é gratuita mas sujeita a inscrições prévias através da seguinte ligação: https://forms.gle/937c2pT8oJ1oMPtv5


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]