Doces de época no Centro Histórico de Abrantes

2015-10-13

O centro histórico de Abrantes recebe, entre os dias 23 de 25 de Outubro, a 14ª Feira Nacional de Doçaria Tradicional. Numa antevisão da Feira, teve lugar na Praça Barão da Batalha, no dia 10 de Outubro, o 5º Mercado de Doces Tradicionais. Em ambos os eventos, doces tradicionais de época, mel, licores e compotas, conjugam-se com oficinas e demonstrações culinárias.

A 14ª edição da Feira conta com 30 expositores provenientes de Felgueiras, Aveiro, Alcobaça, Caldas da Rainha, Óbidos, Torres Novas, Sertã, Ponte de Sôr, Portalegre, Évora, Abrantes, Constância, Sardoal, Lagoa e Cadaval e também das ilhas dos Açores e da Madeira. A Feira contempla ainda atividades como o BTT, corrida noturna, animação infantil, música tradicional e exposições.

Integrado neste evento está o 3º Encontro de Música Tradicional Portuguesa que animará todos os dias o Mercado Criativo de Abrantes (antigo Mercado Municipal).

Desde 2002 que a Feira Nacional de Doçaria Tradicional se realiza em Abrantes, com o objetivo de difundir a doçaria tradicional do Ribatejo Interior, colocando as afamadas Palhas de Abrantes, Tigeladas, Queijinhos do Céu e Broas Fervidas junto de outros ícones portugueses, como o bolo fidalgo do Alentejo, as malassadas dos Açores e as cornucópias de Alcobaça.

Programa da Feira em anexo.

Para obter mais informação, poderá contatar a TAGUS: tagus@tagus-ri.pt.

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]