Conselho de Parceiros da Beira Serra aprova EDL 2014-2020

2015-02-16

A Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL) aprovada em reunião realizada a 11 de fevereiro, em Oliveira do Hospital, integra a candidatura ao DLBC Rural, submetida pela ADIBER a 13 de fevereiro.

Na reunião, que contou com a presença dos presidentes dos quatro municípios da Beira Serra (Arganil, Góis, Oliveira do Hospital e Tábua), os parceiros aprovaram por unanimidade a proposta de EDL apresentada pela ADIBER e procederam à assinatura Contrato de Parceria que define as responsabilidades do Grupo de Ação Local (GAL).

A estratégia apresentada pretende contribuir para a modernização do tecido empresarial e fixação de novas empresas; a criação de emprego e o aumento da competitividade da região, através da qualificação dos recursos humanos; a redução da pobreza e exclusão social; a valorização do potencial endógeno; a promoção da sustentabilidade ambiental e cultural e a capacitação das instituições, e o reforço da supra municipalidade.

Com base nestes objetivos estratégicos e no diagnóstico do território foram definidas como áreas prioritárias de intervenção a floresta e agropecuária, o agroalimentar e produtos locais de qualidade, artesanato, o turismo, a área social e a capacitação institucional.

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Segundo o presidente da ADIBER, Miguel Ventura, a Beira Serra “tem condições para dentro de cinco ou seis anos estar transformada para melhor”. “Perante o diagnóstico que fizemos, o principal desafio estratégico que temos pela frente é afirmar a Beira Serra como um Território I+, que integra cinco palavras-chave: Inovador, Inteligente, Inclusivo, Inimitável e Institucional”.

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Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]