Apresentação pública da “Semana Cultural – Lugares de Globalização”

2018-01-19

A Fortaleza de Sagres vai acolher a apresentação da 1ª edição da Semana Cultural – Lugares de Globalização no dia 24 de janeiro. 

A aposta do projeto é afirmar o Algarve enquanto destino cultural, investindo no seu capital histórico, e desenvolver uma cultura de empreendedorismo pela afirmação dos seus valores culturais e patrimoniais. Através da promoção da reflexão entre património e turismo, e o fomento da diversificação das funções tradicionais do património e da cultura, visa-se promover a criação e o fortalecimento de atividades económicas inovadoras, criativas e complementares.

O projeto resulta de uma parceria entre a Vicentina, a Direção Regional da Cultura do Algarve, os municípios de Lagos Vila do Bispo, Aljezur, Monchique e Silves e a Região de Turismo do Algarve.

Consulte o programa completo em anexo. 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]