Anúncio do VII Congresso de Estudos Rurais

2017-12-07

A sétima edição do CER, subordinada ao tema “O rural depois do fogo”, a decorrer nos dias 23 e 24 de março de 2018, na Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), vai abordar o tema dos incêndios deste ano sob o prisma rural.

O congresso vai centrar-se na análise e discussão das causas principais dos incêndios rurais, dos seus impactes sociais e económicos, das formas de os mitigar e controlar, tendo em vista uma melhor gestão dos espaços rurais, mais sustentável e com maior coesão social e territorial.

As entidades organizadoras do VII CER, a Sociedade Portuguesa de Estudos Rurais (SPER), em colaboração com a Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), para além de oradores de mérito nacional, estão a convidar estudantes, técnicos, investigadores, gestores e decisores institucionais a apresentarem propostas de comunicações a serem discutidas no decorrer do congresso.

Convite para apresentação de propostas de comunicações, encontra-se em anexo. Mais informação em sper.pt


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]