A lampreia do Rio Minho veio para ficar

2017-01-24

I12896-IMAGEM1.JPG

“A lampreia do rio Minho é um prato de excelência”, é o lema da iniciativa que pretende colocar o Vale do Minho no mapa dos gastrónomos. Nesta 8ª edição, a ADRIMINHO – Associação de Desenvolvimento Rural Integrado do Vale do Minho, como dinamizadora desta iniciativa, em parceria com os concelhos do Vale do Minho, quis inovar, alargando o período de atratividade turística movido pelos aficionados da lampreia do Rio Minho. A lampreia vai constar da ementa dos fins de semana dos restaurantes aderentes de Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira durante três meses, de 15 de janeiro a 15 de abril.

Segundo a ADRIMINHO, a lampreia do Rio Minho e toda a história associada a este ex-libris do território constitiu um ativo económico relevante que tem contribuído para a valorização da gastronomia local e, como tal, deve ser reconhecido como um fator de desenvolvimento do território do Vale do Minho.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]