7 aldeias x 7 categorias = 49 aldeias pré-finalistas

2017-04-10

Entre as 446 aldeias candidaturas de 332 aldeias a 7 Maravilhas de Portugal® – Aldeias, 49 pré-finalistas passaram pelo crivo de um painel de 49 especialistas, constituído por sete peritos de cada região de turismo do país, que tinha como missão analisar todas as candidaturas, para, por fim, só reter as mais emblemáticas. Com o objetivo de garantir a transparência e idoneidade de todo o processo de votação, a organização recorreu aos serviços de auditoria da empresa PwC.

Depois desta primeira etapa, o público português vai ser chamado a pronunciar-se sobre as aldeias. A votação por chamada telefónica vai arrancar em julho, sendo pontuada por sete galas, uma por categoria, emitidas aos domingos pela RTP, até ao culminar do concurso a 3 setembro, com atribuição dos prémios às sete vencedoras, uma por categoria, apurada pelo maior número de votos, não podendo ser eleitas mais de três por região. 

O Centro é a região de turismo com maior número de aldeias a concurso, com 14 aldeias candidatas. Segue-se o Alentejo e Ribatejo com nove aldeias, o Norte com oito, Açores e Algarve seis cada, a Madeira quatro e Lisboa e Vale do Tejo duas.

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Aldeia da Pena, em São Pedro do Sul

A 7 de abril, na Aldeia da Pena, em São Pedro do Sul, o Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, Luís Capoulas Santos, presidiu a cerimónia onde o Conselho Científico do projeto revelou as 49 aldeias pré-finalistas, após a entrega em mão pela PwC dos envelopes com as sete eleitas em cada categoria.

Para mais informações consultar: www.facebook.com/7maravilhas | www.7maravilhas.pt

Listas do Painel de especialistas e das Aldeias pré-finalistas, encontram-se em anexo.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





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