3ª edição do Prémio Boas Práticas de Participação já tem vencedor

2018-04-30

O “Orçamento Participativo Jovem” de Cascais venceu o Prémio de Boas Práticas de Participação 2017, promovido pela Rede de Autarquias Participativas. Anualmente, este prémio pretende ser um incentivo à implementação, disseminação e valorização de práticas inovadoras de democracia participativa desenvolvidas em Portugal.

Originalmente, a ferramenta pedagógica e de promoção da participação das camadas mais jovens da população arrancou em Cascais com quatro escolas, envolvendo, numa segunda edição, 14 estabelecimentos de ensino do concelho. 

O Município de Cascais quis assim alargar o exercício da democracia participativa aos jovens e estreitar as relações escola-comunidade. Os seus princípios de execução foram estabelecidos pelos próprios jovens participantes e seguidamente apresentados e discutidos junto do presidente do Município antes de serem depois votadas em reunião pública de Câmara.

A menção honrosa do Prémio Boas Práticas de Participação foi para o “Orçamento Participativo do Funchal”.

As 19 candidaturas submetidas, em 2017, a concurso foram, numa primeira fase, analisadas por um júri independente, composto pela Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, pelo Observatório Internacional de Democracia Participativa, pela Associação In Loco e pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Posteriormente as cinco práticas melhor pontuadas* por este júri foram colocadas em votação pública, até 22 de abril, na página da Rede de Autarquias Participativas (RAP) – www.portugalparticipa.pt.

As distinções foram entregues, a 27 de abril, em Lisboa, durante um fórum da RAP, onde se discutiram, entre outros temas, os impactos dos processos participativos nas políticas públicas autárquicas.

 

Cinco práticas melhor pontuadas:

×          Orçamento Participativo Jovem de Cascais

×          Processo de Participação Pública na Agenda Estratégica de Cooperação Transfronteiriça Amizade dos Municípios de Cerveira e Tomiño

×          Plano Municipal de Juventude do Município de Vila Nova de Gaia

×          Momentos i do Município de Viana do Castelo

×          Orçamento Participativo do Município do Funchal


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]