25 anos da Rede Animar e de Desenvolvimento Local em Portugal

2017-09-20

No dia 17 de setembro, a Rede Animar (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local) fez 25 anos. 25 anos de ativismo(s) da sociedade civil, que geraram uma rede de agentes de desenvolvimento que contribuíram para a afirmação do Desenvolvimento Local (DL) em Portugal. 

A 17 de setembro de 1993, a primeira assembleia de fundadores realizou-se em Aljustrel, registando-se em cartório a Animar – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local, a primeira rede de organizações de Desenvolvimento em Portugal. No ano seguinte, a MANIFesta – Assembleia e Feira do Desenvolvimento Local juntava, em Santarém, centenas de agentes de desenvolvimento para o debate e a promoção do movimento do Desenvolvimento Local.

Nova identidade gráfica

A Animar aproveitou esta efeméride para operar uma mudança de imagem gráfica que corresponde a um momento de potenciação do legado de 25 anos e de abertura da rede. Um momento propício para debater e clarificar o modelo de desenvolvimento local. Um momento favorável para melhorar e reforçar o quadro legal que reconhece o estatuto das organizações de desenvolvimento local, com base em princípios de atuação essenciais para o desenvolvimento dos territórios. É um momento oportuno para consolidar este percurso a montante, numa política integrada de educação para o desenvolvimento local, promotora de uma cidadania ativa e participativa das comunidades nos processos de desenvolvimento.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]